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sexta-feira, 13 de julho de 2018

The Death of Superman - critica, Geek Azores

Precisavamos mesmo disto? Foi a primeira coisa que me veio à cabeça. Já existia um filme de animação sobre a morte de Superman, e a sua morte foi já retratada no grande ecrã, num filme de acção real. Tudo em mim dizia que isto era estupido, uma má decisão. Foi-me provado o contrário.



O Positivo:

- Depois de queixas por parte de muitos fãs, eu finalmente percebo, Superman não tem sido devidamente retratado no grande ecrã e talvez até em alguns filmes de animação. Temos neste filme um Superman que é amado pelas pessoas de Metropolis, e as personagens secundárias mostram-nos porquê. Ele é otimista, corajoso, inspira, dá-nos esperança. Agora percebo melhor como este personagem alienígena, quase invencível, tem tantos fãs e é ainda um dos mais populares super-heróis.

- A ação é muito, mas muito boa. Tem imaginação por trás, não são só dois rudes aos socos um no o outro.

- É um filme que se apoia fortemente no desenvolvimento dos personagens, mais até que a própria historia. Para um bom filme precisamos ou de uma boa historia ou do desenvolvimento dos personagens e aqui ficamos a gostar e compreender os nossos personagens, não são perfeitos e é isso que os torna apelativos.

- Violência: não que isto fosse um positivo só por si, mas porque apanhou-me desprevenido. Temos sangue, desmembramentos (leram bem), mortes horrendas; Doomsday é uma criatura realmente a temer.


O Negativo:

- Não sou fã do fato do Superman, não que eu queira ver as cuecas vermelhas por fora das calças, mas podia ter mais algum vermelho. E aquilo que não gosto do visual é o símbolo a preto na capa. Parece algo que só foi 80% desenhado.

- Este é um filme do Superman, obviamente, mas temos outros personagens, toda a Liga da Justiça e, infelizmente, nem todos têm o seu momento para brilhar nas lutas. Eu sei, eu sei, que eles têm de ser derrotados para, por um lado, mostrar o quão poderoso é Domsday e, por outro, o quanto precisamos do nosso herói mais poderoso, mas enquanto alguns têm momentos valerosos de combate, outros são rapidamente descartados. Lembro que todos os fãs têm o seu super-herói preferido e é sempre bom ter noção disso, mesmo só tendo alguns segundos de luta.


Nota: 8/10

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Tiago Dutra

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Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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