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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Black Panther - criticas online, Geek Azores

A Marvel dá o pontapé de saída este ano com Black Panther e as criticas são, como é habito, universalmente boas; no entanto, ainda há o que apontar:


O Positivo

- O país de Wakanda, visualmente bonito, igualmente imaginativo, um deleito para os sentidos.

- Um vilão, que muito ao estilo dos X-men com Magneto, nos faz pensar nos seus ideais, podemos não concordar com os meios que usa para os atingir, mas nos faz ver o seu ponto de vista e até entender.


O Negativo

- Um filme que, por usar bastante CGI, não tem todos os efeitos ao mais alto nível; aliás, alguns são, devo dizê-lo, quase maus.

- Um filme típico de super-heróis que em muito segue a formula básica de como estes filmes devem seguir.


Em suma: saindo da Marvel, o que não é ótimo ainda é bom. 

(fontes: Chris Stukmann; Jeramy Janhs)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

The Cloverfield Paradox - critica, Geek Azores

Ao contrário do que é habitual, não vos vou dar o sumário de criticas que flutuam na internet, esta é a minha própria critica ao filme. Primeiro, e acho bem dizer isto, embora compreenda alguns lamentos das pessoas, eu sou fã do primeiro Cloverfield, acho que é dos poucos filmes que fez bom uso do found footage, e o segundo filme, 10  Cloverfield Lane, achei-o muito bom. Então, eu estava bastante entusiasmado para ver a progressão desta franquia. Será que chegou às minhas expectativas?


O Positivo

- Bons conceitos e tensão por todo o filme. Depois dos dez ou quinze minutos a historia agarra-nos pelo pescoço e nunca mais nos deixa.

- Boas atuações. Reconhecemos aqui várias caras que já nos habituaram a boas atuações em outros filmes, seu trabalho é eficaz, sentímos, através dos atores, a claustrofobia, o pânico, o medo.


O Negativo

- Bons conceitos de ficção cientifica, sim, mas falha na execução. A ficção cientifica, ao contrário da fantasia, onde tudo pode ser explicado por magia, tem de nos dar respostas, nem que seja respostas inventadas. Cria-se um cenário e as regras, e a ação tem de operar dentro daquele domínio. O filme levanta optimas perguntas, mas não entrega boas respostas.

- A ligação com os outros filmes. No empolgamento, durante a visualização de Cloverfield Paradox, senti alguma satisfação com a ligação, mas ao pensar melhor, o filme apresenta-se como uma prequela, mas em nada se mostra como tendo passado no tempo do primeiro Cloverfield, nem tão pouco nos deu uma indicação do estado do mundo naquela altura. Ao fazer uma ligação, o filme presta um mau serviço aos outros dois filmes.

- Clichés, montes e montes de clichés. Ficar sozinho é quando se é atacado ou se sofre um acidente. O destino do valente capitão, num tipo de missão como esta. E mais...

Nota: 5/10

Em suma: um filme interessante de sci-fi, mas que dececiona como parte de Cloverfield 


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Star Wars The Last Jedi: anti-climático e dececionante

Eu sou um fã do tempo que só haviam três filmes. Adoro a trilogia original, é aí que está a alma, aprecio as prequelas e estava a gostar imenso do que a Disney nos estava a dar até, bem, até esta semana. O que aconteceu? Demasiadas perguntas, saí do filme com demasiadas perguntas e nenhuma resposta satisfatória às que me fizeram entrar na sala de cinema. O filme tem bons visuais, boa acção, humor, é divertido, como filme vê-se bem. É como parte do universo Star Wars que é dececionante. Sim, The Force Awakens foi similar a muito do que já tínhamos visto, mas no geral injetou-nos com energia e fez-nos querer mais. Eu gostei muito, mas muito mesmo de The Force Awakens, apesar de estar consciente dos seus defeitos no terceiro acto. Adorei as personagens, em especial Rey e BB8. Rogue One Saiu e achei que tinha a melhor acção que já vi em todos os filmes Star Wars, sim, não era um filme particularmente interessante nos primeiros dois actos, mas a maneira como encaixa com a Nova Esperança e toda aquela fantástica batalha, em terra e no espaço, foi espetacular. Então o que está mal aqui? O que está mal com The Last Jedi? Como eu disse, perguntas; pior, perguntas sem respostas satisfatórias. O filme descartou o empolgamento criado  em The Force Awakens e deu-nos a mais simples e desinteressante explicação.

SPOILERS:

Quem são os pais de Rey? Ninguém de importância.

Quem é Snoke? Como é tão poderoso? Como existia nesta galáxia sem o Emperador ou Darth Vader saberem? Como subiu ao poder? Não interessa, morreu.

A capitã Phasma? Inútil; outra vez.

Luke? 90% tempo não quer estar de volta e quando volta nem é ele, é uma projeção da Força

Porque Holdo não disse o seu plano a Poe? Criou uma tensão desnecessária que despoletou um sub-enredo desnecessário, literalmente desnecessário, com Finn e Rose

Alguém vai ter de se sacrificar e pilotar a nave enquanto todos fogem e Leia, a oficial mais graduada, não é que faz isso ao estilo: o capitão afunda com o navio? Não...

Rose Salva Finn de uma morte heroica e necessária para salvar todos? A porta rebenta,por causa dela, iam todos morrer,  não tivesse aparecido Luke.

Para quê o sub-enredo de Finn e Rose se foi completamente desnecessário? É de encolher os ombros.

O almirante Ackbar? Morre como se fosse um ninguém.

Grey Jedi? Não.

Sith e Jedi? Também não, acho eu...

Treinamento Sith e Jedi? Não e não.

Agora, nem tudo é mau, como eu disse, como filme até tem bom entretenimento e tem em especial duas cenas maravilhosas, Rey e Kylo Ren contra a guarda pretoriana e quando Holdo destrói todas aquelas naves. Mas todas estas perguntas, todas as respostas a estas perguntas, prejudicam, na minha opinião, o filme.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Lanterna Verde, Origem Secreta - critica, Geek Azores

O Lanterna Verde é um dos meus super-heróis preferidos. O facto de todo o seu poder, as suas construções, resultarem da imaginação é, em grande parte, o que mais me cativa nele. 
Aqui temos o recontar da sua origem por Geoff Jonhs e Ivans Reis. Acompanhamos Hal Jordan, um homem quase sempre zangado, um rebelde que, sinceramente, é difícil gostar-se dele. Achei a parte de pilote de testes e o seu drama como, e só ainda, humano, muito pouco interessante. Felizmente a segunda parte melhora e muito, e com os ensinamentos do Sinestro, Hal aprende a pôr de parte a sua raiva. 
Este é um graphic novel em que a arte cumpre, mas não é para ir além, salvo alguns painéis extremamente bonitos. Gostei do treinamento em Oa e a melhor de todo o livro é a interação com Sinestro, que acrescenta ainda mais valor ao saber-mos em quem Sinestro se vai tornar. 

Nota: 4/5

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Justice League - um filme fraco cheio de bons momentos

Já tinha aqui publicado o apanhado das criticas online e agora que vi o filme, esta é a minha opinião ao sair da sala do cinema: é um filme fraco cheio de bons momentos. Achei a acção muito boa, agarrei-me com força à cadeira na cena de Themyscira, a interação entre os personagens também. Há entretenimento aqui, bastante, especialmente para um fã da DC. Aquele flashback que mostrar um Lanterna Verde fez o meu geek interior gritar como uma menina. Quem vê ou viu as animações sabe que este heróis brincam uns com os outros, que existe humor com o choque das suas diferentes personalidades, não me incomodou essa mudança face a Batman V Superman. Dito isto, e como fã de cinema, odiei o green screen, estava, e não há outra palavra, horrível. E usaram-no para tudo: as cenas no lago, na batcaverna. Porquê? Parece tudo tão falso. Usem efeitos práticos, caramba. No terceiro acto tem efeitos CGI que parecem dos anos 90, todo aquele rosa a brotar do chão fez-me lembrar de Blade na sua batalha final com Frost.
O enredo é simples, o que por si só não é mau, um vilão a ser mau, o mundo em perigo, etc.
Temos finalmente um Super Homem a pôr as pessoas em perigo como a sua prioridade, ainda bem. Um Super Homem que, de facto, troce esperança no final.
Pensamento final, este era um filme que devia ter sido um grande filme, é por isso que anseio sempre que vou ao cinema, grandes filmes. Invés disso jugou pelo segurou e ficou-se pelo mediano.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Justice League - criticas online

Dois realizadores, uma imposição da Warner Bros de não ultrapassar as duas horas, um universo cinematográfico com historial de filmes menos bons. Como se saiu a Liga da Justiça com esta bagagem?


O Positivo:

- Entretenimento. Sim, temos filme, tanto para fãs de comics como de cinema em geral, agradável de se ver, do tipo que nos faz esquecer do mundo por algum tempo.

- Os heróis: o diálogo, as suas interações, a maneira como são revelados e como se comportam durante a ação, estas são personagens de que o publico vai gostar muito facilmente.


O Negativo:


- Um vilão fraco; aliás, muito fraco. Não fraco em poder, mas como personagem. Está ali só por estar, está para ser mau. Não há desenvolvimento.

- Uma historia que, talvez pela imposição de ser só de duas horas, parece apressada e sem profundidade.

- Efeitos gerados a computador no geral bons, mas que aqui e ali, especialmente com o vilão e talvez com Cyborg, que podiam e deviam ser melhores.



(Fontes: The Shmoesknow; Jeremy Jahns; Jonh Campea)

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Super-Homem Pelo Amanhã - critica, Geek Azores

Super-Homem, o homem de aço, o escoteiro da DC, o farol de esperança, o herói altruísta, que está a viver as repercussões de um mundo onde desapareceu um milhão de seus habitantes, incluindo a sua amada, Lois Lane, pergunta-se, por todo o livro, com um certo grau de culpa: e eu? Eu salvo todos, quem me salva a mim? Este é o pedaço mais interessante desta historia dividida em duas partes, que este super herói extremamente poderoso, este ser alienígena, está a ter este dilema. Isto e a amizade com o padre, que ao principio vê a sua fé um pouco abalada ao olhar para o Super-Homem quase como um Deus. A progressão desta amizade, do respeito dos dois um pelo outro, é maravilhoso de ler. Quanto ao resto, achei que a historia, o porquê de tudo estar a acontecer, leva demasiado tempo a desenrolar e que, pelo menos para mim, apesar de interessante, não compensou tanto a espera. Há também uma luta entre super-homem e Mulher Maravilha que, embora faça pouco sentido, é espetacular de ver.
A arte é linda, especialmente na luta entre os heróis, e na igreja com o padre.
Nota: 7/10



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Blade Runner 2049 - uma obra de arte moderna

De vez enquanto vem um filme que me lembra porque gosto (adoro) cinema. É a minha forma de arte preferida. Para além das duas e tantas horas de escape - tempo normal de um filme -, faz-nos pensar, sentir, fica connosco.
Blade Runner 2049 vai para além do mero entretenimento, é provocador. Leva-nos a fazer questões existenciais. O que é estar vivo? O que significa ser-se humano?  O que é o amor? E o filme invés de dar-nos as respostas, deixa-nos (publico) enquanto indivíduos, decidirmos por nós. Essas respostas são um reflexo de quem somos.
A banda sonora agarra-nos, puxa-nos como gravidade. Por momentos já não estamos cá. É um mundo majestosamente lindo e realista. É inovador; acreditem ou não, ainda há espaço para fazer o que nunca vimos. Todos no filme, pareceu-me, têm o cuidado com a qualidade. E aqui quero realçar o trabalho de Denis Vileneuve, o realizador que nos deu também Arrival, ele é, na atualidade, um mestre do cinema. O filme desafia-nos a pensar e sentir junto com as atuações, que variam entre subtileza e explosões emocionais que vêm com o desenrolar da trama.
Esta é uma sequela digna do original, este é já um dos melhores filmes deste século - um clássico instantâneo.

domingo, 22 de outubro de 2017

Luke Skywalker e o lado Negro - especulação do trailer episodio 8


Um Jedi é um instrumento da Força, ele faz a sua vontade. Mas aqui Luke parece estar a ir contra a vontade da Força; guiado pelo medo: "medo leva à raiva, raiva leva ao ódio, ódio leva a sofrimento". Desde criança que eu queria, e quero - desejo -, ver Luke no papel de um mestre. E agora, parece que é ele que não quer esse papel. Ele está mais perto do lado negro do que alguma vez esteve, mesmo quando enfrentou Darth Vader e Darth Sidious na Estrela da Morte. Ele sofre de um pós traumático; seu sobrinho traiu-o, destrui o tempo jedi e matou todos os outros jedis que Luke treinou.
"Eu vi esse tipo de força bruta antes, não me assustou então, mas assusta-me agora", aqui Luke parece estar a falar com Rey e a referir-se a Kylo Ren (um aprendiz dotado que não conseguiu controlar), ou pode estar a falar de Snoke (já se podem ter encontrado antes), ou até pode ser uma referencia à antiga trilogia, estar a falar de Darth Sidous e de como, na altura, enfrentou de frente alguém bem mais poderoso, mas que agora, mais velho, está receoso.
"Isto não vai acabar da maneira como pensas" Luke pode estar a falar com Rey e a alertar-lhe do perigo que será seguir o caminho da força, ou então é um flashback e está a falar com Kylo Ren quando atacou o tempo jedi: "Isto não vai acabar da maneira como pensas", referindo-se talvez à má decisão de Kylo embarcar pelo lado Negro.
"Eu só sei uma verdade, é tempo dos jedi acabarem": citação negra de um personagem que nos faz lembram esperança, determinação e luz. Luke pode simplesmente estar a abandonar tudo, virar as costas à responsabilidade, ou a delinear um outro caminho, o negro, ou dos grey jedi (um caminho que segue os dois lados).

sábado, 21 de outubro de 2017

Thor Ragnarok - criticas online

Thor é o personagem do universo cinematográfico da Marvel que, segundo opinião generalizada, ainda não teve um grande filme. Será que é desta que o Deus Trovão conquistará o pulico?

O Positivo


- Os trailers já vinham apontar para uma vertente muito cómica, o bom disso é que não é às despesas da historia - existe um equilíbrio saudável.


- Diversão do principio ao fim, uma viagem em que podemos simplesmente desfrutar.

- Taika Waititi, o realizador, é talvez a verdadeira estrela deste projeto. Para além da energia que injeta no que é talvez o melhor filme de Thor, desempenha também um personagem (Korg) que é super carismático.

- Um bom vilão. Sim, leram bem, a Marvel tirou tempo para nos dar um bom vilão - têm sido pouquinhos.


O Negativo


- O maior ponto negativo vai talvez para o tom, se formos comparar com os outros dois filmes de Thor. Para aqueles que gostaram dos filmes anteriores, podem sentir que este talvez não encaixa com o personagem. 

- Um enredo e sub-enredo que por vezes faz parecer que isto merecia ser dois filmes separados. 



Em suma: Uma aventura divertida do principio ao fim, com um visual diferente.



(Fontes: Shmoesknow; IGN)

Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

Geek Azores youtube (videos pessoais geek)
Geek azores blog (assuntos geek, escapes À realidade))