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terça-feira, 25 de abril de 2017

Guardians of The Galaxy Vol. 2- criticas online.

Então, o muito aguardado (não são todos?) filme da Marvel que se passa no espaço (e não é Thor) está aqui. Consegue o segundo quebrar a maldição das sequelas (ser inferior ao primeiro)? Segurem-se, este é um filme que cria alguma divisão entre os críticos.


O Positivo 

- Humor; humor de sobra, ainda mais que no primeiro.

- Tal como em Firefly ou na Milenium Falcon, esta tripulação conquistou os nossos corações e são, em grande parte, todos, sem querer destacar ninguém, os responsáveis pelo sucesso surpresa que foi o primeiro Guardians e agora o segundo.

- O filme, para além de divertido, toca em temas mais profundos como a relação entre pais e filhos.

- A musica sonora é, outra vez, estrelar (percebem?).


O Negativo

- A historia sofre com a inclusão de tanto humor, não é uma historia tão clara como no primeiro e existem alguns desequilíbrios narrativos.

- Todo o humor é subjectivo e este pode não acertar com todas as pessoas.

- O vilão, novamente, e não sei o que se passa com a Marvel, o vilão é o ponto fraco nestes filmes. Desinteressante, com motivos poucos explorados que o tornam numa personagem superficial. Tem de existir mais alguém para além de Loki.


(fontes: Jeremy Janhs; Crhis Stuckmann; Shmoesknow; Mr Sunday Movies) 

sábado, 15 de abril de 2017

Star Wars Last Jedi, trailer - opinião (teoria sobre Luke)

Olá, fãs de Star Wars, estes dias são feitos para nós. Com pena minha, não estou presente na celebração, mas estou de pensamento sempre lá perto. Tivemos finalmente o teaser do novo filme "The Last Jedi".
Antes que continue, quero me desculpar por não ter conseguido dar a opinião sobre o teaser de Thor, a vida não perdoa quando nos consome tempo, em resume: adorei, foi um dos melhores teaser/trailers da Marvel.
Mas vamos então a Star Wars, a minha franchise predilecta: o video abre de uma forma muito criativa, faz-nos pensar que é o espaço, mas afinal é só uma rocha onde Rey põe a mão (vamos pegar logo nos momentos após The Force Awakens). Vemos depois alguns grandes planos lindos da ilha e algumas montagens do treino jedi com Luke a dizer para Rey respirar e ela, por sua vez, parece ter uma visão onde vê a luz e o lado negro. Temos algumas naves novas bastante interessantes e planos de Finn e Poe. Finn não parece ainda ter recuperado do ferimento com Kylo Ren. A máscara destruída de Ren (espero que ainda use uma, fica com um ar muito mais "cool"). Tocou-me ver a princesa Leia, ainda que de costas, agora que a actriz faleceu.
No fim, a semente para a especulação, Luke diz: "é tempo dos jedi acabarem". O que isso quer dizer? Bem, a minha teoria preferida é que vamos entrar pelo caminho dos grey jedi (que exploram ambos os lados da Força). Luke percebeu, segundo esta teoria, que não pode haver extremos, bem contra o mal, porque são cíclicos (o fim dos jedi, o fim dos sith).
Bem, fãs, o Natal que não demore, não acham? Que a Força esteja convosco.

sábado, 1 de abril de 2017

Ghost in the Shell - criticas online

Anime transportada para acção real.
Aos poucos, vamos tendo mais filmes de ficção cientifica, um género actualmente algo dormente. Aqui temos a adaptação de um dos mais queridos filmes da animação japonesa. Será que conseguiu estar ao nível do original, ou ser um bom filme por si só?



O Positivo:

- O filme é lindo, cenários, background, o mundo em si. Convincente e apelativo, muito ao estilo de Blade Runner. 

- A musica do filme é certamente algo que vai ficar connosco depois do filme.

- Os fãs do anime original podem conseguir satisfação ao ver este filme e até apreciar algumas mudanças que fizeram.


O Negativo:

- O filme, apesar de uma adaptação de outro que inspirou, por exemplo o Matrix e outros, não consegue agora ser inovador. Bate em temas e visuais (apesar de lindo) que já vimos.

- O Enredo, apesar de entrar pelo caminho do que é uma inteligência artificial, não explora fundo o suficiente a pergunta: o que é a vida?


Em suma: Visuais extremamente bonitos com um enredo médio

(Fontes: Chris Stuckmann; Jeremy Jahns; Schmoesknow)

quarta-feira, 29 de março de 2017

Spider-Man Homecoming, trailer - opinião.

Dizem que os heróis não se medem aos palmos, isso aplica-se a Spider-Man. 
Para quem não sabe, Spider-Man foi sempre um dos meus heróis preferidos; aliás, posso até dizer que está em segundo lugar nas minhas preferências, a sua sublime galeria de vilões, apenas rivalizada com a a de Batman, garante-lhe historias interessantíssimas. E o que é de um super-herói sem os seus Vilões? Neste caso vamos ter o Volture, que nem é um dos preferidos dos fãs, nem meu, mas que aqui, pelo menos nos trailers tem recebido criticas muito positivas. Para além de um fato imponente, diferente, é interpretado pelo próprio Birdman (Michael Keaton).
É um trailer bom, divertido, jovial, muito ao estilo da Marvel, e mais importante, enquadra-se na personagem. Existem uns pequenos retoques aqui e ali reinventados no trepador de teias, mas o núcleo está lá. Há muito Iron Man neste trailer, o que para mim é um enorme bónus, já não era sem tempo vermos Spider-Man interagir com os restantes Heróis Marvel. Tony Stark, aqui no papel de mentor, tem as melhores falas, podemos ver como a sua personagem evoluiu ao longo dos filmes. O que mais gostei foi Tony questionar Peter sobre a pessoa por baixo do fato, algo que lhe foi também feito em Avengers pelo Captain America, mas claro, Parker, um introvertido, inseguro, tem uma resposta completamente diferente à do pomposo e algo arrogante Tony Stark.
O que não gostei, o trailer mostra-nos mais do que eu gostava. Volture, numa luta, vai ver a cara de Peter, por exemplo. A outra é que já se pode adivinhar a historia do filme só pelo trailer: Peter faz o seu melhor, comete um erro e perde o fato, com a confiança abalada, mas determinado continua a tentar, volta a ganhar e merecer o fato. Tinha sido bom descobrir isso só no filme.

domingo, 26 de março de 2017

Justice League trailer - opinião.

Abram alas, a equipa mais poderosa de super heróis está finalmente aqui - deuses. 
Quando temos heróis tão poderosos como os melhores da DC, as ameaças nunca podem ser em pequena escala, a Liga da Justiça vai parar uma invasão, uma das principais ameaças do Universo e um dos meus vilões preferidos: Darkseid.
Como muitos primeiros trailers (o de comicon foi só um teaser) não temos uma grande noção da historia, temos aqui sim, muita acção. Aquaman roupa os holofotes, tenho a sensação que nunca mais ninguém vai gozar com ele depois deste filme. Aliás, o que há para gozar com Aquaman? Ele tem uma pele super resistente para conseguir nadar nas profundezas do oceano, tem uma força que se equipara à de Wonder Woman e ele vive debaixo de água. Já lá vai o tempo que só falava com peixinhos.
Foi optimo ver Batman lutar com um parademon e vê-lo manobrar o que pareceu ser uma das suas super armaduras como a que vimos na Corte das Corujas (ou algo semelhante).
O trailer não me fez ficar particularmente super-entusiasmado, é verdade, estou ainda à espera de ver mais. O mundo cinematográfico da DC é ainda muito sombrio, balançado agora com algum humor, bom humor, a minha parte preferida foi quando Barry Alen pergunta a Bruce Wayne qual o seu super-poder e este responde que é rico. Outra parte importante foi o comissário Gordon fazer menção à família Bat quando diz que é bom voltar a ver Batman numa equipa.
Os ingredientes, as falas da DC estão aqui; por favor façam com que o enredo também seja bom. Zack Sneider cria lindos filmes, são lindos, cada frame quase merece ser emoldurado num quadro, mas é preciso ter atenção à historia. Não é muito difícil, a Liga da Justiça junta-se e pára uma invasão: simples.
2017 será um bom ano para o geek em mim, Star Wars e a Liga da Justiça onde está o Batman.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Power Rangers - criticas online


Os famosos heróis de uniforme ao arco íris estão aqui, voltaram. Power Rangers teve um reboot e, com os trailers, chamou fãs e pessoas relativamente interessadas no franchise, mas será que se deu bem? Às criticas:


O Positivo

- As actuações, a dos Rangers, surpreenderam todas pela positiva. Há talento nestes actores que parece terem dado o seu máximo. Vamos, muito provavelmente, ver mais deles em futuras sequelas e outros filmes.

- O enredo tomou a rota certa para acenar à nostalgia dos antigos fãs e ao mesmo tempo foi suficientemente inovadora para atrair novos fãs - um bom equilíbrio.


O Negativo

- Os efeitos especiais, embora desculpáveis pelo franchise que é,  não foram, em algumas partes, o melhor que podiam ser.

- A vilã: a atriz exagerou na sua actuação e não esteve ao nível mais sério dos restantes actores, os Rangers.


Em suma: o relançamento na direcção certa dos Power Rangers

(Fontes: Beyond the trailer; The Shmoesknow; Jeremy Jonhs)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Disneyland Paris - 10 MELHORES dicas

Olá, leitores.
Então, como alguns de vocês já sabem, se o leram, este ano eu realizei um dos meus sonhos, ir à Disney; e sim, foi tão ou mais maravilhoso do que eu imaginava, mas para garantir que assim o fosse, eu planeei a viagem, li, como estão agora a ler, alguns conselhos. A eles, para uma melhor experiência:






1) O Mapa: sim, eu ia adorar ser surpreendido, conhecer a Disney com olhos frescos, mas eu descobri que foi bem melhor, para aproveitar ao máximo o tempo, planear o meu dia a dia, ou ao menos ter uma directiva. Familiarizem-se com o mapa, podem o encontrar na Internet ou ir à vossa agência de viagem. Vejam alguns vídeos no youtube, familiarizem-se com alguns lugares que vão encontrar. Descobri que assim pude me deslocar com muito mais à vontade, sabia para onde ir e como melhor explorar. 

    2) Água:
    esta deve ser a dica mais recorrente que encontrei na minha pesquisa, e que você, leitor, se calhar também já a encontrou antes de aqui vir ler. Ir à Disney consegue ser dispendioso e se  for com um orçamento apertado, toda e qualquer poupança é bem vinda. Vai haver, por norma, muita caminhada dentro dos parques, e vai, sem duvida, vos dar sede, especialmente se levarem crianças. Vocês podem fazer uma garrafa de água de plástico durar pela estadia toda, existem fontes e torneiras publicas onde a podem encher.


    3) Comida: se forem como eu, vão estar num hotel com o pequeno almoço englobado; façam uso dele, podem facilmente fazer algumas sandes e levar com vocês dentro de, por exemplo, uma mochila. Isso pode, por um lado, poupar-vos tempo, não precisam deixar as atracções para ir almoçar, podem comer nas filas, e por outro lado, poupar-vos o dinheiro de uma refeição. As crianças podem se cansar facilmente, é, por tanto, importante combustível para as manter activas. Como não vão viver só de sandes mistas, o Macdonalds é ainda o lugar mais barato que encontram para comer, Earl Sandwish também gostei (muito saboroso e bonito) e dentro da Main Street (no parque da Disney) havia lá também um restaurante, que não lembro agora o nome, servia umas pizzas muito saborosas e o preço era acessível, dentro do que se encontra lá dentro.


    4) Desfile/parada das 17:30: Acreditem em mim quando vos digo: não o vão querer perder; e nem todas, ou quase, outras pessoas, isso encurtará dramaticamente as filas e o tempo de espera para as atracções, façam-no valer a pena, assim que o desfile terminar apressem-se para uma das atracções mais concorridas e desfrutem de uma fila bem menor.


    5) Fast Pass: Esta recomendo para as atracções de maior tempo de espera. Se é como eu e preocupa-o estar numa fila por uma hora, existe o Fast Pass (devidamente identificado em algumas atracções), você só terá de se dirigir a uma das máquinas, tirar um bilhete que lhe dirá um horário em que poderá voltar e passar à frente a todos na fila. 


    6) O Show à noite: Esta deve ter sido a minha parte preferida de toda a Disney, é, por falta de palavras melhores, mágico. É importante então um bom lugar, especialmente se estão com crianças e fica difícil para elas verem com tantos adultos à sua frente. Bom, ou vão aguardar muito cedo e conseguem um lugar mesmo à frente, ou vão, para onde eu achei ser melhor, para a vedação dos jardins, põem-se por trás, assim, não terão ninguém vossa frente, só flores, é como ver o show de um camarote. E acreditem, as vossas costas vão agradecer, noutro lugar os vossos filhos não vos vão parar de pedir para que lhes peguem ao colo. Existe também um show no Disney Studios que acontece uma hora mais cedo, podem, se quiserem, ver um num lado e correr para depois apanhar o outro.


    7) As Lojas: Itens a perder de vista, de todos os tamanhos e cores, consegue ser um pouco claustrofóbico, no entanto, estar lá com tanta gente, mas em certos horários, com menos gente, pode-se desfrutar muito melhor e apreciar com mais calma tudo o que têm. Acho que as horas de almoço e, definitivamente, à noite, é quando estão mais compactas. 


    8) Calçado: Explorar os parques implica andar, e andar muito, horas a fio em pé, tenho por tanto de aconselhar-vos um bom calçado.


    9) Oito Horas: Para o resto das pessoas os parques abrem à dez da manhã, o parque estúdios abre às dez da manhã, mas para os hospedes dos hotéis o Disneyland parque abre às oito horas, é uma boa oportunidade para o explorarem antes da enchente.  


    10) Divirtam-se: Esta deve ser a mais importante dica que vos posso dar, relaxem, desfrutem, não pensem demais, sintam. Tudo na Disney é lindo, não há para onde olhar e não se ver algo belo e diferente do quotidiano, aproveitem cada momento e garanto-vos que valerá a pena. 


    sexta-feira, 3 de março de 2017

    Beauty and the Beast - criticas online

    O remake (palavra quase azeda, mas só quando fora do mundo da Disney), de uma das melhores animações da marca. Este tem de ser, para mim, dos mais antecipados filmes do ano, todas as imagens, todos os trailers, exprimidos de porres de magia Disney.
    Acabando de sair da Disneyland Paris, onde estive de férias, mal podia esperar para ver este filme e também para o partilhar com a minha filha.
    Ás criticas:

    O Positivo

    - Cenários, ambiente, guarda-roupa e visual em geral, os trailer não mentiram, este é realmente um filme lindíssimo.

    - As actuações, todos deram o seu melhor, todos encaixaram bem nos papeis, alguns conseguiram até se superar (dança e canção)

    - Um musical muito competente, talvez até digno de estar entre o melhor que já tivemos no cinema


    O Negativo

    - Não há surpresas. Existe, outra vez, pouco risco nestas adaptações, a historia é o que lembramos e pouco foge daí, as pequenas alterações podem, ou não, dependendo do ponto de vista de cada um, virar a cabeça a alguns espectadores.


    Em suma: Outra grande adaptação da Disney que corre poucos riscos.

    (Fontes: Chris Stuckmann; Beyond the Trailer; Jeremy Janhs)

    Kong Skull Island - Criticas online

    Então, para aqueles mais distraídos, temos mais um filme de King Kong. Não, não vai recontar a mesma historia (aviões e arranha céus), um grupo de cientistas e militares investigam uma ilha estranha cheia de criaturas míticas.
    Uma nota interessante, este é um filme que vai entrar em colisão com o Goodzilla de 2014 (universo expandido, tipo Marvel), adivinha-se uma batalha épica em poucos anos.
    À critica:

    O Positivo:

    - A acção, entretenimento de alto nível.

    - As criaturas e, em parte, a ilha. Kong, ao contrário do que fizeram em Goodzilla, aparece em boas porções do filme.


    O Negativo:

    - O enredo, um diálogo simples e a pouca caracterização das personagens (não lhes são dados passados, nem existe um arco na sua historia).


    Em suma: um bom filme, bom entretenimento, que lhe falta profundidade.

    (Fontes: Beyond the Trailer; Chris Stuckmann; Collider Videos)

    terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

    Disneyland Paris - o realizar de um sonho


    Olá, geeks por esse mundo fora, atrasei-me mais que o normal nas minhas publicações porque, lá está, contei-vos que ia de férias, e não foram umas férias quaisquer: a realização de um sonho (cozinhado desde os meus onze anos), ir à Disneyland Paris. Vou contar-vos um pouco sobre a minha experiência, o dia a dia, e numa próxima publicação pôr algumas dicas que vos podem ajudar, caso um dia tencionarem lá ir.
    Primeiro que tudo, e se já não repararam, este vosso amigo aqui tem a sua criança interior muito viva, as expectativas eram grandes, como deve ser quando se trata de um sonho, e o veredicto: eu não gostei de ir à Disney, eu adorei. Se existe um lugar onde o mundo real e o da magia se encontram é lá.
    Ao inicio: o aeroporto de Orly não é tão grande como o de Lisboa e é relativamente fácil nos direccionarmos. O Magic Suttle (Bus que nos leva gratuitamente à Disney) estava devidamente identificado numa placa e foi só ir até à paragem numero quatro (como indicado). Um pequeno reparo, ninguém nos ajudou a carregar as malas no Bus, o condutor é, isso e só, um condutor (das poucas queixas, ou nem isso, que tenho). A viagem até ao hotel levou cerca de uma hora e não se viu  grande coisa pelo caminho, mas a viagem é agradável e muito confortável.
    No hotel seguiu-se o procedimento habitual como em qualquer estabelecimento do tipo, à excepção, acho, que fui revistado com um detector de metais; aliás, para aqueles preocupados com a segurança, deixem-me dizer-vos que ela está sempre presente, mas que se mascara bem com o ambiente e não chama assim tanta atenção a si. Têm detectores de metais à  entrada e existem diversos seguranças pelo parque, senti-me protegido e não estragou, de maneira nenhuma, a experiência ou o divertimento. São todos muito simpáticos, todo o staff (cinco estrelas), fui recebido por toda a gente com o maior dos sorrisos e a maior entrega.
    Fiquei no hotel Cheyenne, muito bonito (temática de cowboys); aliás, todos os hotéis são lindos. Cheyenne é simples por dentro, é um duas estrelas, mas dentro da temática ele serve e é confortável. Os pequeno almoços têm uma grande variedade de coisas: leite, café, cereais, pão, manteiga, fruta, queijo, doce, etc; tudo o que é preciso, a meu ver, para entrar no dia cheio de energia. As férias lá dentro são também algo cansativas, nada que o coração e a alegria não empurre, mas são; anda-se um bom bocado, acorda-se cedo (antes das sete, para quem quer aproveitar bem e desde a abertura) e só se vai para o hotel lá para as dez horas. É especialmente pesado para as crianças, mas novamente, nada que o coração e a alegria não empurre.
    A Village, desafio qualquer um a chegar lá e não ter os seus olhos a crescer e olhar freneticamente para todo o lado, essa é uma grande característica de ir à Disney, para onde se olhe existe sempre algo a ver, tudo lá, desde o Hotel, à Village e finalmente aos parques é lindo, paisagens, natureza, construções e especialmente a decoração.
    As lojas: uma variedade de mercadoria infindável, desde porta- chaves, peluches, roupa, brinquedos, legos, estatuetas, canecas; sei lá, é de perder de vista, e especialmente quando cheias de clientes (como quase sempre estavam) é fácil sentir uma tontura.
    Aos parques: tive a sorte logo ao inicio de ver a rainha Elsa e princesa Anna desfilar no seu coche. Algo maravilhoso de se ver é que em momento algum os figurantes quebram a personagem, estamos ali, afinal, para ser enganados (maneira de dizer) e eles conseguem-no. A parada que acontece sempre às cinco e meia da tarde é de uma energia fantástica e algo a não perder e de repetir ver. As atracções devem, elas todas, ser experimentadas e consegue-se em dois ou três dias; destaco a do Ratatouille, Its a Smal World ou O labirinto do País das Maravilhas, mas existem mais, obviamente, estes são só alguns tirados do topo da cartola. O do Peter Pan (outro reparo) altamente recomendado por muitos, desiludiu-me um bocado, talvez por isso, por ser muito recomendado, não foi de encontro com as minhas expectativas; eu por exemplo, achei que o do Pinoquio e o da floresta amaldiçoada da Branca de Neve tiveram, ao meu ver, ao mesmo nível que o de Peter Pan, e sem a fila enorme.
    As filas toleram-se bem, existem sempre coisas para ver, esperei entre dez minutos a uma hora, mas existem truques, direi numa próxima publicação, que vos farão suavizar ainda mais o tempo nas filas.
    Os shows - lindíssimos -, o que encerra o parque, por si só,  vale todo o dinheiro da viagem: mágico. Mas existem muitos mais, e para isso deve-se estar atentos ao mapa e às horas a que dão.
    O Parque dos Estúdios, mais para adultos, segundo dizem, não achei assim tanto, existe sim uma vibração um pouco diferente, mas não muito, são paralelos, a meu ver. Tive a sorte de estar lá na temporada de Star Wars (sou um fanboy), não achei possível, e de certa maneira até não é, mas foi uma tremenda experiência estar no meio dos fãs e ver celebrarem aquilo de que tanto gosto, melhor ainda partilha-lo com a minha filha. Vi a academia Jedi, a marcha dos Stormtroopers e o maravilhoso show à noite. Tenho de realçar também o show do cinémagique, é uma carta de amor aos fãs de cinema (como eu) e extremamente divertido ao mesmo tempo, até para crianças que não falam a língua.
    As pessoas: existe uma energia colectiva de boa disposição, sente-se no ar; é claro que entretanto existe sempre aquele palerma no meio de milhares (outro reparo) e infelizmente apanhei-o ao meu lado no ultimo dia a ver o show da noite com comentários, no mínimo, pouco interessantes; a Disney não é para todos, acho eu.
    Fui de Inverno e diga-se de passagem que é frio, mesmo frio, especialmente para quem não está habituado, dez graus de máxima (por umas duas horas) e o resto do dia baixa bastante, eu saía do hotel com um grau.
    Bem, geeks, se existe um lugar para nós (sonhadores, imaginativos, infantis) e existem alguns, este é um deles.

    Tiago Dutra

    A minha foto

    Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
    Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
    Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
    Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
    Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

    Geek Azores youtube (videos pessoais geek)
    Geek azores blog (assuntos geek, escapes À realidade))