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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

The Cloverfield Paradox - critica, Geek Azores

Ao contrário do que é habitual, não vos vou dar o sumário de criticas que flutuam na internet, esta é a minha própria critica ao filme. Primeiro, e acho bem dizer isto, embora compreenda alguns lamentos das pessoas, eu sou fã do primeiro Cloverfield, acho que é dos poucos filmes que fez bom uso do found footage, e o segundo filme, 10  Cloverfield Lane, achei-o muito bom. Então, eu estava bastante entusiasmado para ver a progressão desta franquia. Será que chegou às minhas expectativas?


O Positivo

- Bons conceitos e tensão por todo o filme. Depois dos dez ou quinze minutos a historia agarra-nos pelo pescoço e nunca mais nos deixa.

- Boas atuações. Reconhecemos aqui várias caras que já nos habituaram a boas atuações em outros filmes, seu trabalho é eficaz, sentímos, através dos atores, a claustrofobia, o pânico, o medo.


O Negativo

- Bons conceitos de ficção cientifica, sim, mas falha na execução. A ficção cientifica, ao contrário da fantasia, onde tudo pode ser explicado por magia, tem de nos dar respostas, nem que seja respostas inventadas. Cria-se um cenário e as regras, e a ação tem de operar dentro daquele domínio. O filme levanta optimas perguntas, mas não entrega boas respostas.

- A ligação com os outros filmes. No empolgamento, durante a visualização de Cloverfield Paradox, senti alguma satisfação com a ligação, mas ao pensar melhor, o filme apresenta-se como uma prequela, mas em nada se mostra como tendo passado no tempo do primeiro Cloverfield, nem tão pouco nos deu uma indicação do estado do mundo naquela altura. Ao fazer uma ligação, o filme presta um mau serviço aos outros dois filmes.

- Clichés, montes e montes de clichés. Ficar sozinho é quando se é atacado ou se sofre um acidente. O destino do valente capitão, num tipo de missão como esta. E mais...

Nota: 5/10

Em suma: um filme interessante de sci-fi, mas que dececiona como parte de Cloverfield 


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Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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