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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Batman The Killing Joke - Critica - Geek Azores

Batman The Killing Joke é a adaptação do graphic novel escrito por Alan More.
Sanidade VS loucura: a  ideologia de Batman é posta à prova quando Joker, numa das suas versões mais doentias, vai atrás dos seus cumplices e amigos mais queridos. O Joker quer provar que todos podem ser como ele, que o mundo sã e ele estão só à distância de um mau dia.
O filme começa, por decisão criativa, em aprofundar mais na personagem de Batgirl para criar um maior impacto no que vai acontecer a Barbara Gordon. Embora eu aprecie esta tentativa (é uma boa ideia) torna-se uma parte da historia demasiado longa (já que nem está no livro), quase parece uma curta metragem dentro de outro filme. Tinha servido melhor num DC Show Case como aconteceu com Catwoman e Gren Arrow.
O sub-enredo do romance entre Batman e Batgirl não troce nada à historia e por pouco não tirava.
Mark Hammil e Kevin Conroy (que já dão voz a Batman e Joker à muito tempo, e são os melhores) têm aqui actuações solidas, mas faltou-lhes, quanto a mim, mais energia (algo que talvez se veio a perder com a idade) e uma melhor pausa dramática para fazer ênfase em algumas falas. Numa cena num flashback - e atenção a pequenos spoilers-, morre a mulher do homem que se acredita vir a tornar o Joker, e ele aceita a noticia quase sem emoção (ah, isto aconteceu e agora já não preciso fazer o assalto, a vida continua); no livro ele desconcerta-se na mesa do bar quando os criminosos vão embora.
A animação, a nível visual, podia ter sido feita com mais cuidado, merecia e devia estar ao nível do melhor da DC. Algo que me incomodou bastante foi o visual do Batman, as orelhas pareciam coladas à cabeça, por outro lado o fato de Batgirl ficou muito bem. A acção foi bem conseguida e foi, apesar de tudo, muito bom ver e ouvir algumas das imagens que nos ficaram na memoria.
Resumindo: apesar do meu escape de eleição ser o cinema, eu tenho de recomendar que vejam primeiro o graphic novel, é superior, os painéis têm melhor arte e existe muito mais emoção e drama. Não é a melhor adaptação da DC, não está, por exemplo, ao nível de um Dark Night Returns, mas ainda assim é algo a ser visto.

Nota: 5/10


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Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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