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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Batman V Superman, versão alargada.

Uma longa e aprazível viagem. 

Este fim de semana vi a tão badalada versão alargada de BVS (Batman V Superman Dawn of Justice).
O veredicto:
Esta versão salva o filme?
Não. Já nada consegue tirar-nos a experiência cinematográfica que este filme, envolto em controvérsia, nos deu. O novelo de criticas começou a crescer quando Ben Afleck foi escolhido para herdar o manto do morcego, e pela altura daquele segundo trailer (cheio de spoilers) o novelo tornou-se gigantesco e emaranhado. A versão original foi uma decepção, tanto para críticos como fãs (na sua maioria).
Esta versão melhora o filme?
Isso sem dúvida. Torna-o substancialmente melhor. Não se trata apenas de acrescentar cenas, de o tornar longo, dá contexto à historia, aprofunda nas personagens. No fundo, temos o filme que devia ter sido visto da primeira vez, que acredito, não teria tido a avalanche de criticas que teve, mesmo não sendo brilhante, é bom o suficiente e tinha criado uma satisfação generalizada. Houve no fundo quatro situações, na minha opinião, em que melhorou bastante:

- A cena de África já se percebe. Percebe-se o trama que levou todos a pensar que Superman pode ter participado num massacre.

- Clark Kent/Superman ganha camadas, mais cenas, mais profundidade. Acho que até o torna no melhor personagem do filme. Vemos, através dele, o dilema de ser-se todo poderoso, mas de não se conseguir estar em todo o lado, salvar alguém aqui significa deixar alguém ao abandono ali. As suas motivações para ir atrás de Batman são também muito melhor exploradas. 

- O sub enredo de Lois Lane, e a própria personagem, ganham mais interesse. 

- O plano maquiavélico de Lex Luthor é muito mais claro e torna-o um melhor vilão. 

Nota: 
Versão original 5/10
Versão Expandida 7/10

2 comentários:

  1. Preciso assistir a esta versão. Imagino que, mesmo não resolvendo todos os problemas do filme, melhora muito o mesmo em certos pontos.

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    1. Acho que a partir de hoje nunca mais vou rever a versão original, mas esta sim e com muito prazer. Esta versão dá-nos muito mais de Clark Kent, as suas motivações, o conflito pessoal, o seu lado jornalístico, há um maior impacto quando no fim ele faz o derradeiro sacrifício. A historia no geral é melhor contada.

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Tiago Dutra

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Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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