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quarta-feira, 29 de março de 2017

Spider-Man Homecoming, trailer - opinião.

Dizem que os heróis não se medem aos palmos, isso aplica-se a Spider-Man. 
Para quem não sabe, Spider-Man foi sempre um dos meus heróis preferidos; aliás, posso até dizer que está em segundo lugar nas minhas preferências, a sua sublime galeria de vilões, apenas rivalizada com a a de Batman, garante-lhe historias interessantíssimas. E o que é de um super-herói sem os seus Vilões? Neste caso vamos ter o Volture, que nem é um dos preferidos dos fãs, nem meu, mas que aqui, pelo menos nos trailers tem recebido criticas muito positivas. Para além de um fato imponente, diferente, é interpretado pelo próprio Birdman (Michael Keaton).
É um trailer bom, divertido, jovial, muito ao estilo da Marvel, e mais importante, enquadra-se na personagem. Existem uns pequenos retoques aqui e ali reinventados no trepador de teias, mas o núcleo está lá. Há muito Iron Man neste trailer, o que para mim é um enorme bónus, já não era sem tempo vermos Spider-Man interagir com os restantes Heróis Marvel. Tony Stark, aqui no papel de mentor, tem as melhores falas, podemos ver como a sua personagem evoluiu ao longo dos filmes. O que mais gostei foi Tony questionar Peter sobre a pessoa por baixo do fato, algo que lhe foi também feito em Avengers pelo Captain America, mas claro, Parker, um introvertido, inseguro, tem uma resposta completamente diferente à do pomposo e algo arrogante Tony Stark.
O que não gostei, o trailer mostra-nos mais do que eu gostava. Volture, numa luta, vai ver a cara de Peter, por exemplo. A outra é que já se pode adivinhar a historia do filme só pelo trailer: Peter faz o seu melhor, comete um erro e perde o fato, com a confiança abalada, mas determinado continua a tentar, volta a ganhar e merecer o fato. Tinha sido bom descobrir isso só no filme.

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Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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