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segunda-feira, 14 de março de 2016

Tiago Dutra - Mundo Literário - Projectos Futuros e Antigos

O mundo literário é super-populoso e o autor é deixado ao abandono pela editora. A editora não existe para realizar sonhos, embora essa seja uma consequência, ela existe para criar lucros, é um negócio. É, por isso, cada vez mais importante o autor saber divulgar a sua obra, seja pelas redes sociais, por feiras do livro ou dia de lançamento. O problema: a obra não fala por si, ou quase nunca. É preciso divulgação e esse é um trabalho único do autor.
Escrevi-o uma vez: o mundo literário não é dos escritores é dos oradores. Realisticamente não me sinto escritor (embora escreva), sou, no máximo, um escrevente imaginativo, e não sou um orador. Perguntam-me frequentemente porque escrevo e com toda a sinceridade respondo: porque gosto. Escrever ficção é como voltar a ser criança, lembrar como é divertido usar o poder da imaginação, escrever é brincar dentro da nossa cabeça.
Criar um livro tem custo e a editora cobra-o, e não é nada barato, consoante a carteira, claro. Logo aí o autor, o artista, tem uma certa desilusão - o rompimento entre arte e negócio - a parte menos glamorosa. Eu não estou a dizer que não gosto das editoras, embora já existem outras formas de lançar livros, ainda são precisas, e sejamos sinceros, receber aquele: "sim, vamos publicar o seu livro" é uma sensação fantástica comparada a muito poucas outras.
 A Terra Antiga o Duelo (meu livro), mais que ficção, é um mundo criado inteiramente de raiz. O livro é altamente descritivo seguindo como exemplo obras do inicio do século XX, é algo que eu fiz nascer. Trata de dois guerreiros em lados opostos e do construir de um mundo de fantasia.
De lá para cá tenho me mantido ocupado participando em diferentes colectâneas de contos (que gosto muito) e poemas (embora este não seja o meu forte); podem encontrar-me no livro: "Contos ao Vento" e mais recentemente em "Ecos de Apolo". Brevemente vou também estar em "Palavras (con)sentidas. Também me mantenho ocupado com este blogue porque, como já disse, gosto de escrever, e escrevo quando tenho algo para dizer.

Participação nesta colectânea de poemas
Participação nesta colectânea de contos



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Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

Geek Azores youtube (videos pessoais geek)
Geek azores blog (assuntos geek, escapes À realidade))