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terça-feira, 21 de junho de 2016

Batalha dos Bastardos - critica/opinião (SPOILERS)


Vamos lá tirar isto do caminho: a melhor batalha já vista em tv ou cinema, e se não for, está lá em cima ao lado de Lord of The Rings, Braveheart e Saving Private Ryan; não esquecer que isto é tv  (seis milhões de dólares por episódio), não tem o poder de produção de um filme com cem a duzentos milhões de dólares, e no entanto, a magia foi feita.
A Batalha dos Bastardos retratou perfeitamente o caos de estar-se no meio de uma batalha: setas a caírem indiscriminadamente, cavalos desgovernados, homens com ferimentos grotescos, um lutar feio pela sobrevivência. Foi uma linda, feia, dança de morte, terror, lama e sangue. Não existe muito espaço para heroísmo dentro de uma batalha onde exércitos de milhares se chocam, há desespero na cara dos homens, raiva ou medo, emoções que os conduzem por entre espadas e lanças para a vitoria ou morte.
A antecipação por este episódio foi como esperar para ver a final da copa do mundo de futebol, tinha aquele ar desportivo de duas equipas, e nós fãs, habituados a perder, numa série que tem vindo a matar todas as nossas personagens preferidas ou a arrasta-las por destinos de miséria e dor, torcíamos pela equipa Stark. Sabíamos que talvez Little Finger viesse a ajudar com as suas tropas, mas a maneira como tudo foi filmado, o desespero na cara de Jon Snow fez-nos duvidar esse desfecho.
O episódio começa com a batalha em Mereen, que acabou por ser um bónus, esperava-se só a batalha no norte. Os dragões, já totalmente crescidos, mostraram o poder que Daenerys tem, num golpe rápido quebra o impulso do ataque à sua cidade e consegue roubar a armada ao inimigo. A força de Daenerys em conjunto com a inteligência de Tyrion forma um duo poderoso. E quase esqueci os irmãos Greyjoy e a oferta de cem navios.
O resto do episódio passou-se no norte, numa perfeitamente coreografada batalha e na recompensa tão desejada, a conquista de Winterfell e a morte poetica (pelos seus cães) de Ramsey Bolton.
A dimensão deste episódio não fica a dever nada a nenhum filme, é já, por ele só, cinematográfico, há uma perfeita realização, uma otima utilização de recursos e a recompensa é historia televisiva.

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Tiago Dutra

A minha foto

Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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