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sábado, 16 de setembro de 2017

The Walking Dead já não presta?

The Walking Dead mordeu a televisão e transformou-nos instantaneamente em fãs . Tornou-se num dos mais populares programas de tv da atualidade, numa das melhores séries. Mas o que é que aconteceu? Eu pessoalmente, que não podia perder um único episodio, nem uma única vez, vi-me a esquecer de seguir a série nesta ultima temporada. Porquê? Bem, várias razões, principalmente porque acho que a série tem vindo a descer em qualidade, e eis o porquê:

- A ultima temporada: a temporada 7 é a razão principal por eu estar a escrever isto, mas estes já são problemas que vinham a notar-se com a progressão da série. A sete foi, basicamente, as preliminares antes do sexo; sem o sexo. Uma grande antecipação para um grande nada. A preparação para a guerra que nunca chegou; ok, sim, houve uma batalha no fim, mas guerra, guerra, só para a próxima.

- Demasiadas personagens: as historias estão diluídas entre as personagens principais e que queremos saber mais, e personagens dispensáveis que ocupam só espaço e tempo. Um trás para a frente de personagens que parece não evoluírem: Rick, um líder impecável, noutras vezes um maníaco que não quer liderar ou é um cobarde que desiste, mas não exatamente. Ou Carol, vitima de violência domestica, evolui para uma das mais fortes personagens da série, para depois regredir, sem aparente razão, para um menina que só quer reclusão e chorar por ter sobrevivido até então. Agora parece querer voltar a lutar (o trás para a frente).

- Cenários e locais: parecem baratos; porque o são. Todo o programa parece ter um orçamento minúsculo. A série é composta de casas degradadas e abandonas e armazéns (todos iguais); sim eu sei que é um mundo pós apocalíptico, mas fogo, ponham alguma imaginação nisso. Todas as comunidades parecem iguais com a variante de uma comunidade ter um armazém ligeiramente maior que outra, ou uma comunidade viver numa floresta e outra e tem casas ligeiramente mais limpas.

- A realização: The Walking Dead nunca foi um show de total terror (talvez por ser de tv, ou por passar em horários em que espectadores mais novos ainda o podem ver), mas foi sempre uma série de nos fazer agarrar à cadeira com o que podia vir a seguir. Lentamente começou a abandonar esta sua direção. Não é, nem um pouco, assustador.
Negan, um grande vilão, podia ser muito melhor aproveitado com a camara num outro ângulo, um aproveitar das sombras, a musica, algo para fazer a sua bela atuação sobressair ainda mais.
É fácil adivinhar quem vai morrer, dão, quase sem explicação, demasiada atenção à personagem naquele episódio.

- Má coreografia: estou a pensar na luta de empurrões de Rick com um Walker num foço de carros.já não se percebe como os heróis continuam a ser surpreendidos por seres tão absurdamente desastrados, barulhentos e lentos como os Walkers.
Todos parecem morrer pelas pior decisões possíveis, por decisões estupidas que as metem desnecessariamente em perigo. Rick a tentar apanhar um veado e a cair no meio de Walkers.  Rosita e Sasha a meterem-se no ninho de vespas (complexo de Negan) à espera de não sei o quê além de serem picadas.

- O Enredo: Armas e alimentos que aparecem quase do nada quando a historia assim o exige. Até os personagens dizem: "não te preocupes, as coisas vão melhorar"; e melhoram. Tropeçam num lugar cheio de comida ou pistolas. Não há plano, a não ser, andemos nesta direção a ver o que acontece.

Eu adorava Walking Dead e quero muito que volte à boa forma. Voltemos a dar o protagonismo aos Walkers (as verdadeiras estrelas da série), que nos consigam arrancar sustos com o que pode vir a acontecer, invés de só o que acontece meio aos tropeções. Voltemos a dar seguimento à historia, invés de ficar estagnados no mesmo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A RESPOSTA - WALKING DEAD - QUEM MORREU? (temporada 7)


Então, a resposta para a maior pergunta da tv foi nos entregue ontem. Quem morreu em Walking Dead?
O grupo que temos vindo a seguir, o nosso grupo de sobreviventes, viu-se capturado, com a garantia de um novo vilão (Negan) que um deles ia morrer.
O episódio foi filmado de maneira sublime, conseguiram esticar o suspense até metade e só aí nos mostrar quem foi, e depois a surpresa das surpresas, mais alguém morre. Sim, foram dois, não uma das personagens principais, mas duas. Embora triste, porque criamos afecto com estas pessoas que nos entram pela casa a dentro todas as semanas, mas satisfeito com a coragem da série, com o cuidado ao fãs na entrega da tal maior, horrível, resposta. Walking Dead, a meu ver, junto com Game Of Thrones, são as duas maiores séries do momento, as melhores, também se pode dizer, e só com momentos como este, que nos agarram ao sofá em arrepios, olhos colados ao ecrã, é que se elevam a um patamar superior. 

AVISO DE SPOILERS:
Então, quem morre é Abraham, que agora que oiço a opinião de outras pessoas, não foi grande surpresa. Era quem olhava Negan olhos nos olhos, era o matulão que alguém como Negan iria querer fazer um exemplo. A surpresa das surpresas foi quando Glen também foi morto. E a série não se conteve, um dos nossos personagens preferidos. Um que nos acompanhada desde a primeira temporada, a sangrar, cara desfeita, um olho fora do orifício ocular; suas ultimas palavras, enquanto todo desfeito: "eu encontro-te Maggie". Poderoso. O episódio não se ficou por aí, Negan quebrou Rick como quem faz com um animal selvagem, quase o obrigou a cortar o braço do filho - wow. Tudo isto num episódio compactado de suspense. 


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Iron Fist teaser - Geek Azores opinião.

Daredeavil; Jessica Jones; Luke Cage; e agora: Iron Fist. Estes são os Defenders, uma equipa, tipo Avengers, que suja as mãos nas ruas de Nova Iorque para limpar o lixo criminoso.
A qualidade da Netflix já é inegável, dá-nos boas séries para todos e ao mesmo tempo serve os que gostam de super-heróis.
O teaser (de optima qualidade, tanto visual, como edição), mostra-nos que a série segue a linha já  traçada pelos seus antecessores, realismo e violência - dentro de um mundo ficticio. Todas estas séries parecem passar dentro do mesmo mundo, como devem, mas dão-nos um pequeno algo diferente que as distingue, em Iron Fist parece ser a sua influencia oriental.

domingo, 2 de outubro de 2016

STAR WARS REBELS, temporada 3 - CRÍTICA Geek Azores

A animação tem fãs adultos, acho que a minha geração e as posteriores nunca cresceram o suficiente para a largar. Esta é a minha critica a uma série que dá no Disney XD, mais propriamente  ao seu episódio (duplo) de abertura da terceira temporada.
A meu ver, a verdadeira magia desta série está nos seus episódios de abertura e fecho, é aí que eu vejo o meu Star Wars (a grande aventura, acção e historia bem contada que faz parte desta franchise).
É talvez nesta temporada que as personagens mais evoluíram, Ezra salta logo à vista, mais forte, mais focado, mais velho, mais severo. Tem um papel importante que mostra o duelo interior entre a luz e a escuridão. Kanan, de alma partida, pela perda da sua visão, tenta perceber o papel que a Força lhe tem destinado. Eu sei que Sabine também vai ter um arco importante esta temporada, mas isso ainda não teve lugar aqui. É bom voltar a ver Rex de volta à acção.
O episódio é bom, mas não tão bom como o inicio da segunda temporada, talvez porque o aparecimento de Darth Vader foi tão predominante e poderoso, e aqui Thrwan (grande esperança para manter ou até elevar a qualidade da série) tenha sido guardado para dosear por toda a temporada.
Esta temporada tem o potencial para ser a melhor de todas, os heróis estão estabelecidos e ainda a evoluir, e temos um punhado dos melhores vilões da historia de Star Wars (Vader, Maul e Thrwan).

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Marvel e DC - Novidades - Tv e Cinema.

Sopram-nos ventos de Comicon e o futuro é brilhante. A Marvel está a um passo de conseguir o que já faz no cinema, pegar em heróis que estão nos seus "mundos" e juntá-los numa equipa nova. A DC oferece-nos animação e mostra-nos um lindo poster de Wonder Woman. 

Marvel:



Iron Fist Trailer 


Luke Cage Tailer


The Defenders Trailer




DC Comics:

Poster oficial do novo filme de Wonder Woman


Justice League Action Trailer

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Game of Thrones, na ressaca do final (temporada 6).

Estou em negação, Game of Thrones acabou e não me sinto pronto para continuar a viver a realidade sem o meu escape preferido.
À opinião: o episódio abre com uma fantástica musica, das melhores de toda a série. Naquela cena inicial, do julgamento, percebe-se onde usaram os minutos a mais, tomam o seu tempo em detalhes pequenos, como o vestir dos diferentes trajes. Foi um uso perfeito de cenário, extras e guarda-roupa.
Aquela explosão fez-me levantar os braços e gritar de alegria, só depois percebi que devia haver ali dentro muita gente que eu não gostava. Tommen também morreu, viemos do oito para o oitenta com Jofery e ele; a sua cena, desprovida de musica, foi igualmente poderosa, simples, mas poderosa.
Eu sinto que vamos ter finalmente nesta série de fantasia um "dark Lord" (senhor das trevas) em Circei. Não sei como ela vai travar Dynaeres com o seu vasto exercito e dragões, a não ser talvez manter a capital refém com o wildfire; não esquecer que os Lanisters estão sozinhos, sem alianças.
No norte, Jonh é tornado rei, e aceite, finalmente, por todos como um Stark, só para sabermos que ele afinal é um Targaryan.
Lady Mormont rouba o show sempre que fala - espero que a tragam de volta.
Houve, no entanto, duas alturas que gostei menos: uma foi na cena de Arya e a, bem merecida, vingança. Apesar de querer ver vingado o casamento vermelho, achei que Arya voltou rápido demais, numa série que se arrasta por vezes (como na ultima temporada, por exemplo) demais. Enfim, vou deixar passar e apreciar o que nos foi servido, aos fãs, o prato frio. E também a sua vinda rápido permtiu o efeito surpresa que talvez seria perdido de outra forma. A outra altura foi com Varys, a sua deslocação pelo mundo foi ainda mais célere, personagens que antes levavam vários episódios e até temporadas para se deslocar do ponto A ao ponto B, fazem-no agora em minutos. Acho que o realizador, apesar de nos ter dado um belíssimo final de temporada, não conseguiu transmitir que passaram vários meses.



terça-feira, 21 de junho de 2016

Batalha dos Bastardos - critica/opinião (SPOILERS)


Vamos lá tirar isto do caminho: a melhor batalha já vista em tv ou cinema, e se não for, está lá em cima ao lado de Lord of The Rings, Braveheart e Saving Private Ryan; não esquecer que isto é tv  (seis milhões de dólares por episódio), não tem o poder de produção de um filme com cem a duzentos milhões de dólares, e no entanto, a magia foi feita.
A Batalha dos Bastardos retratou perfeitamente o caos de estar-se no meio de uma batalha: setas a caírem indiscriminadamente, cavalos desgovernados, homens com ferimentos grotescos, um lutar feio pela sobrevivência. Foi uma linda, feia, dança de morte, terror, lama e sangue. Não existe muito espaço para heroísmo dentro de uma batalha onde exércitos de milhares se chocam, há desespero na cara dos homens, raiva ou medo, emoções que os conduzem por entre espadas e lanças para a vitoria ou morte.
A antecipação por este episódio foi como esperar para ver a final da copa do mundo de futebol, tinha aquele ar desportivo de duas equipas, e nós fãs, habituados a perder, numa série que tem vindo a matar todas as nossas personagens preferidas ou a arrasta-las por destinos de miséria e dor, torcíamos pela equipa Stark. Sabíamos que talvez Little Finger viesse a ajudar com as suas tropas, mas a maneira como tudo foi filmado, o desespero na cara de Jon Snow fez-nos duvidar esse desfecho.
O episódio começa com a batalha em Mereen, que acabou por ser um bónus, esperava-se só a batalha no norte. Os dragões, já totalmente crescidos, mostraram o poder que Daenerys tem, num golpe rápido quebra o impulso do ataque à sua cidade e consegue roubar a armada ao inimigo. A força de Daenerys em conjunto com a inteligência de Tyrion forma um duo poderoso. E quase esqueci os irmãos Greyjoy e a oferta de cem navios.
O resto do episódio passou-se no norte, numa perfeitamente coreografada batalha e na recompensa tão desejada, a conquista de Winterfell e a morte poetica (pelos seus cães) de Ramsey Bolton.
A dimensão deste episódio não fica a dever nada a nenhum filme, é já, por ele só, cinematográfico, há uma perfeita realização, uma otima utilização de recursos e a recompensa é historia televisiva.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Superman vai aparecer em Supergirl

Vá, eu não sou do tipo de dar noticias, isto não é um blogue de noticias, mas existem umas que simplesmente não posso deixar passar; afinal, isto é geek.
Superman, figura central da DC Comics, vai aparecer nos primeiros dois episódios da segunda temporada da série de tv: Supergirl. É uma surpresa. A DC tem tentado evitar - à excepção de Flash -, ter personagens da tv e filmes existirem ao mesmo tempo.
Segundo os responsáveis, o casting já começou, sim, Henry Cavill não vai fazer o salto do grande para o pequeno ecrã. Vamos, por tanto, ter um outro actor e uma versão algo diferente.
Isto talvez até me faça finalmente ver a série.
E vocês geeks, entusiasmados?

domingo, 8 de maio de 2016

Game of Thrones: cuidado com as mortes

Este post vai ter spoilers da temporada 6 (pelo menos até ao episódio 2), se ainda não viu, tenha cuidado.
É inegável que Game of Thrones tem a maior produção da TV neste momento, talvez até em toda a historia da televisão - sua escala é gigantesca.
O show demarcou-se logo ao principio ao não mostrar nenhum remorso em matar as suas personagens principais, até alguns dos preferidos dos fãs.
A morte tem feito tanto parte da série que já quase não surpreende. A morte de Bolton, por exemplo, foi quase como um aperto de mão: ora toma lá, passemos à cena seguinte; mais do mesmo que os fãs esperam. A morte da senhora Bolton e do bebé, sim, ainda conseguiu fazer fãs pestanejar, principalmente pela forma grotesca e por haver um bebé. A morte de Lord Balon, embora visualmente espectacular (o cenário), foi algo tipo: ok, você não esteve muito na série, mas precisamos mostrar agora a sua morte aqui. O ressuscitar de Jonh Snow, estou certo que servirá a historia porque Snow é, segundo algumas teorias, bem mais importante do que parece - bem mais -, levantará agora sempre a questão: porquê não trazer também esse ou essa de volta?
Game of Thrones começa a passear no fio fino onde o imprevisível se torna a norma - previsível. É preciso ser-se inteligente para ainda conseguir enganar os fãs (para o bem deles). A imprevisibilidade é uma das peças fundamentais que deu a esta série a sua popularidade.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

The Walking Dead: quem morre no final da temporada 6?

É tempo de um geek fazer o que faz melhor, suposições e teorias; cavar fundo em informação irrelevante para o mundo real, mas importantíssima para a sua felicidade. A isto:
então o Rick e o Carl parecem-me safos, Negan diz que se alguém fizer barulho, para cortarem o outro olho do filho e o entregarem ao pai. Então quem? Esta passagem já aconteceu nos comics, mas, embora guias, os comics não são assim tão fidedignos, Darl, por exemplo, nem aparece nos livros. Darl, por essa mesma razão pode ser o escolhido, mas é dificil, um dos preferidos dos fãs; aliás esta temporada cometeu o erro de salvar Glenn de uma morte certa, é quase dizer que os preferidos estão safos - talvez.
A Megan não, porque está grávida e isso seria elevar o grau de vilania a níveis terríveis.
E a minha aposta vai então para: Eugene. Ele serviu o seu propósito, teve um excelente arco, começou como aparente cobarde e mentiroso a um sobrevivente corajoso. Ele também deu a informação de fabricar balas ao Rick, o que o torna quase irrelevante daqui para a frente. Não é um personagem principal, mas ainda assim suficiente para criar um impacto emocional no publico. O Eugene é a minha escolha, e a vossa?

segunda-feira, 21 de março de 2016

Daredevil: vale a pena ver? - Temporada 2

Daredevil é uma série que está no Netflix, conta a historia de origem e aventuras subsequentes do herói da Marvel: Daredevil. A primeira temporada conquistou fãs, pelas actuações sublimes, acção, violência e aspecto geral grotesco e realista de uma qualidade superior ao que estamos, pela maior parte, da tv.
Depois do precalso cinematográfico de Daredevil, na altura interpretado por Ben Affleck, que rebaixou, o antes favorito dos fãs a um personagem secundário, quase esquecido, vemos agora, com a força desta série, o personagem voltar a subir os degraus até (esperemos) o patamar que já conheceu.
A segunda temporada saiu, sob uma pulsante antecipação geek e dos fãs em geral. Baseando-me somente nos primeiros três episódios (que vi), os elementos estão todos lá: a luta Daredevil contra Punisher, tanto física como ideológica, está bem conseguida, faltando ainda, no entanto, conseguir que o publico se identifique com o que, à partida, só parece um homicida psicopata (Punisher); julgo o conseguirem quando mostrarem a sua origem. Os actores que voltam estão no ponto, os novos ficam a par da qualidade da série, e a violência e realismo continua a saltar-nos à vista. Há uma cena que rivaliza com a infame cena do corredor da primeira temporada. O único ponto que não dá para garantir é o enredo (depois de três episódios), saber se é tão cativante como o da primeira temporada. Tudo nestas séries, dependentes de continuação, cai sobre o enredo. Um bom enredo é igual a uma boa temporada.
Resumindo: fiquem descansados os fãs, a qualidade da série mantém-se e recomenda-se, tal como disse, ainda só vi três episódios, ainda existe muito para me deliciar.


terça-feira, 15 de março de 2016

Daredevil, Temporada 2, trailer final - previsão.

Cada trailer que sai, quer de uma série de tv da qual gostamos muito, ou daquele filme que à muito aguardamos, é um pedaço de felicidade que nos enche o dia, ás vezes até a semana.
A temporada dois de Deredevil parecia-me resumida ao conflito de Daredevil contra Punisher, com a Elektra a fazer uma aparição; enganei-me. Parecem acontecer várias coisas ao mesmo tempo num enredo não tão linear. O aspecto cinematográfico é lindo, de um realismo quase palpável, faz uso de cenas em câmara lenta lembrando 300. A série, criticamente aclamada, do Netflix, parece querer fazer ainda melhor do que a primeira temporada - trabalho que à partida não é fácil. O seu esforço é notório e nós, os fãs, agradecemos.
Se eu fosse um homem de apostas, eu diria que sim a série vai ser melhor a nível de produção, com actuações que sólidas e esperemos: com um enredo cativante. 


terça-feira, 8 de março de 2016

Novo trailer Game Of Thrones Temporada 6; numa palavra: épico.

Interessante escolha de musica, pouco convencional para um ambiente de fantasia.
Os Lanisters não vêem a balança equilibrada, fizeram tanto mal, mas ainda assim querem mais, tirar mais, ficar com mais, pender a balança para o seu lado - ganhar.
Bran volta e vemo-lo frente a frente com um Withe Walker - mal posso esperar.
Vemos um dragão - é sempre um bónus.
Formações, batalhas, espadas, sangue. Temporada 6, estou mais que preparado, vamos a isso.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

CENA BONÚS de Batman V Superman com Jimmy Kimmel

Esta deve ser uma das cenas publicitárias mais engraçadas que já vi. Atores do filme e Kimmel recriam uma cena do filme com um humor extra:


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Daredevil - temporada 2 - Tailer PARTE 2 (reacção)

Anunciam a parte dois do trailer para o dia 25 e cumpriram, mas não é por isso que não nos causem arrepios.
Neste trailer focam mais na Elektra, com um fato bem simplezinho que me desapontou, mas É estar caladinho porque pensei o mesmo do fato preto de Daredevil da primeira temporada e o fato resultou.
Na primeira parte do trailer, lançado a alguns dias, focaram no Punisher, que é o elemento da segunda temporada que estou mais interessado: 2016 o ano em que os heróis lutam uns contra os outros.
Neste trailer vemos otimas cenas de ação, como é esperado, vemos ninjas que é sempre um bónus. Reparei no Punisher com cabelo, não tinha no outro trailer (coisa parva eu sei, mas como geek, eu reparo nas coisas "parvas"), pode indicar um momento do passado, possivelmente a sua origem.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Agentes de Smash - entretenimento pai e filha

Então, eu tenho seguido agora os Agentes Smash com a minha filha, os super-heróis são uma ponte para ligar adultos e crianças e eu tenho adorado ter isto em comum com ela.
Para quem não sabe, os Agentes Smash são uma equipa, tipo Avengers, que juntam os "Hulks": a She Hulk, o Hulk Vermelho, o Skaar, o A-Bomb e o próprio Hulk (o líder do grupo). Ao seguir a série, percebi que o Hulk mudou e muito desde que eu era criança, já lá vão os tempos em que ele dizia só meia duzia de palavras e uma ou outra frase mal construída e, embora bem intencionado, parecia quase um desmiolado movido pela raiva. O Hulk agora é um estrategista, tem um diálogo normal e é mesmo, se me atrevo a dizer, inteligente, resolve adversidades com a cabeça invés dos punhos e a força. Foi também deixada de parte o seu alter-ego: Bruce Banner. Na equipa introduziram Skaar, personagem com um passado misterioso, ele sim faz-me lembrar o Hulk como era, não fala muito, age por instinto. Esta nova geração se quiser ver o Hulk como era basta observar Skaar.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Daredevil Temporada 2, Trailer; Geek Azores analize

Depois dos teasers que ficaram a saber a pouco, eis finalmente o trailer; melhor, um trailer com segunda parte já anunciada para o dia 25.
São as diferentes ideologias de heróis, aqui demonstradas, que a mim me fascinaram. Nesta série, mais que a acção, tem um otimo enredo, demonstrado já aqui nos diálogos; Punisher: "Bates e eles voltam a levantar, eu bato-lhes e eles não levantam mais."
Daredevil: "Porque fazes isso?"
Punisher: "Porque eu acho que és uma meia medida".

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Super Bowl - filmes, filmes, filmes

Como tradição, o Super Bowl é uma otima plataforma para lançar trailers, ontem não foi excepção. Para quem é fã de cinema, aquele é o espaço a dar atenção.
Vamos então falar dos trailers e tv spots que me interessaram, e já agora, porque sou assim, vou falar por ordem dos que mais gostei.



Jungle Book: Finalmente, ao que parece, um filme para crianças (e família) onde existem riscos, onde se pode sentir perigo. Já não via um assim desde a minha infância. As crianças gostam de se sentir assustadas, gostam de sentir que o que estão a ver é real, ou não teríamos filmes tão lembrados como Labyrynth e Neverending Story.




Captain America Civil War: Podemos todos estar do lado do capitão, mas é Tony Stark quem rouba sempre o foco de atenção; aquela cena com Bucky e a luva é soberba. Robert Downey Junior é um otimo ator, nestes filmes de muitos efeitos especiais são precisas excelentes actuações para nos fazer a nós (espectadores) acreditar no mundo altamente ficcional.




10 Cloverfield Lane: Uma sequela de Cloverfield (que gosto muito) caiu do céu, até bem à pouco tempo ninguém sabia deste filme. Espero que isto tenha uma ligação directa com o primeiro, espero rever aquele monstro outra vez, e ao mesmo tempo, estou muito entusiasmado em viver esta nova abordagem mais claustrofóbica. 





Tartarugas Ninja 2: Ok, estou rendido. Vamos lá pôr um cobertor sobre o filme de 2014 e começar do zero. Sim, isto quase parece um filme de animação, mas é divertido pra caramba; temos Rocksteady, temos Bebop, temos Krang - Krang foi revelado: sim.



X-Men: Apocalypse: Os X-men aos poucos e poucos têm ganho mais e mais o meu interesse. Não é que não goste, são a minha equipa preferida de super-heróis, mas seus filmes se tornaram, um tanto, repetitivos. Altos e Baixos: o alto, a Psylocke a cortar um carro a meio; o baixo, Jenifer Lawrence, apesar de aparecer maquilhada aqui (numa parte), parece se ter tornado demasiado conhecida para querer ou a deixarem tapar a cara.



Deadpool: Desnecessário, nesta altura do campeonato, e francamente, acho que já vi demasiado destes tv spots, teasers, trailers, que sinto estar a estragar-me a experiência de descoberta do filme; dito isto: Deadpool parece altamente, divertidissimo e com uma acção crua imperdível.  



Jason Bourne: Jason Bourne está lá em cima com um James Bond e um Jonh McClane, tamanho foi o impacto que este personagem teve no cinema. Eu não sou particularmente um fã ferranho, mas reconheço o principio de avalanche que é este tv spot.



Independence Day: Resurgence: Nos anos noventa fomos atacados, desde então temos nos preparado para o ressurgimento dos aliens, tornamo-nos mais fortes, mas eles agora atacam-nos com tudo o que têm, mais e maiores armas - como manda as regras de qualquer sequela. Quanto disto é que vai importar, vinte anos depois? Ouvi uma vez: "nenhuma sequela devia ser lançada depois de dez anos".



PS: Parece que saiu também outra coisa chamada Gods Of Egypt, mas tem um aspecto tão falso que não me vou dar o trabalho de pôr aqui. 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

R.I.P. Joe alaskey

Morre a voz de uma geração (Daffy Duck, Bugs bunny, entre outros), mas o seu legado continua. A este senhor digo: obrigado.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

X-Files de volta. Valem a pena ver? - 2016

A série voltou: muita conspiração, um toque de paranormal e o característico suspense. A formula que conhecemos, uma formula vencedora, certo? Bem, é bom reencontrar aqueles personagens (velhos amigos), e é verdade que assim que a musica começa a nostalgia bate forte, mas enquanto eu não tenho duvidas que a série vá ter boas audiência, os X-Files tiveram um enorme impacto cultural no seu tempo e deram arranque ao estilo cinematográfico trazido para a Tv, eu não acredito que volte a dominar a programação, a tv evoluiu, num espaço onde agora temos colossos como Walking Dead ou Game of Thrones, os X-Files já não parecem ter peso para ficar nos lugares cimeiros.