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domingo, 8 de maio de 2016

Game of Thrones: cuidado com as mortes

Este post vai ter spoilers da temporada 6 (pelo menos até ao episódio 2), se ainda não viu, tenha cuidado.
É inegável que Game of Thrones tem a maior produção da TV neste momento, talvez até em toda a historia da televisão - sua escala é gigantesca.
O show demarcou-se logo ao principio ao não mostrar nenhum remorso em matar as suas personagens principais, até alguns dos preferidos dos fãs.
A morte tem feito tanto parte da série que já quase não surpreende. A morte de Bolton, por exemplo, foi quase como um aperto de mão: ora toma lá, passemos à cena seguinte; mais do mesmo que os fãs esperam. A morte da senhora Bolton e do bebé, sim, ainda conseguiu fazer fãs pestanejar, principalmente pela forma grotesca e por haver um bebé. A morte de Lord Balon, embora visualmente espectacular (o cenário), foi algo tipo: ok, você não esteve muito na série, mas precisamos mostrar agora a sua morte aqui. O ressuscitar de Jonh Snow, estou certo que servirá a historia porque Snow é, segundo algumas teorias, bem mais importante do que parece - bem mais -, levantará agora sempre a questão: porquê não trazer também esse ou essa de volta?
Game of Thrones começa a passear no fio fino onde o imprevisível se torna a norma - previsível. É preciso ser-se inteligente para ainda conseguir enganar os fãs (para o bem deles). A imprevisibilidade é uma das peças fundamentais que deu a esta série a sua popularidade.

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Tiago Dutra

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Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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